Festival Sangue Novo – Rachel Reis, Bia Soull, Zé Ibarra, Getúlio Abelha, Ubunto, DJ Nate Mônaco e Dj Rick Nogueira
Nos dias 17 e 18 de outubro, o Trapiche Barnabé recebe mais uma edição do festival Sangue Novo, com cerca de 12 shows, encontros, novas descobertas e artistas que movimentam a cena contemporânea da Bahia, do Nordeste e do Brasil. No dia 18, já foram anuncidos shows de Rachel Reis, Bia Soull, Zé Ibarra e Getúlio Abelha, além de Ubunto, DJ Nate Mônaco e Dj Rick Nogueira.
Ao longo de oito edições, o Festival Sangue Novo construiu uma identidade baseada na valorização da música independente e na ampliação de espaços para diferentes vozes. Sua curadoria reúne 75% de artistas negros, mulheres e representantes da cena LGBTQIAPN+, além de contar com 60% de atrações da região Nordeste, reafirmando o compromisso do festival com a diversidade artística e cultural.
Uma das vozes mais potentes da nova música brasileira, Rachel chega ao Sanguinho com a Divina Tour, show do álbum Divina Casca, indicado ao Grammy Latino. No palco, ela mistura MPB, reggae, axé, samba e pop em uma experiência intensa, sensível e cheia de identidade, daquelas que fazem a gente cantar, dançar e sentir tudo ao mesmo tempo. No repertório, sucessos da nova fase como “Casca”, “Alvoroço”, “Ensolarada”, “Sexy Yemanjá” e canções que marcaram sua trajetória desde Meu Esquema.
Conhecida no underground por faixas como “Pompoarismo” e “ABC da Putaria”, a cantora e compositora chega com “Pornografia Auditiva”, seu primeiro álbum, lançado pela Warner Music. Com 13 faixas, Bia mistura beats de funk e música urbana com muito humor, provocação e uma boa dose de personalidade. O disco transforma o erotismo em linguagem e coloca a liberdade sexual feminina no centro da conversa — sem moralismo, sem culpa e sem pedir licença.
Com uma sonoridade que passeia pela MPB, jazz, rock progressivo e pop, Zé chega ao Sanguinho com AFIM, seu segundo álbum solo, em uma fase ainda mais experimental, íntima e cheia de novas paisagens sonoras. No show, o público pode esperar violões, vozes, metais, cordas e camadas que vão do clima cinematográfico ao dançante — tudo costurado pela interpretação intensa e autoral de Ibarra.
Natural de Teresina (PI) e criado artisticamente em Fortaleza (CE), Getúlio construiu uma linguagem própria brincando com os limites da música e da cena. Nas suas letras, cotidiano, relações de poder e comportamentos sociais ganham um olhar crítico, irônico e, claro, nada comportado. Com três álbuns na bagagem — Marmota, Autópsia Parte 1 e o recém-lançado Autópsia+ — o artista vem se consolidando como um dos nomes mais inquietos da música brasileira contemporânea. Autópsia Parte 1, inclusive, foi eleito um dos melhores álbuns de 2025 pela APCA, enquanto o clipe de “Freak” levou o prêmio de Potência Criativa no m-v-f Brasil 2026.
Festival Sangue Novo
Dias 17 e 18 de outubro
Trapiche Barnabé – Comércio
Vendas: Sympla






