Festival Salvador Jazz – A Cor do Som, Amaro Freitas, Skanibais e Camila Rocha
Entre os dias 27 e 31 de maio, o Largo da Mariquita vai somar à boêmia tradicional de Salvador ao ritmo do jazz, do R&B e de sonoridades afrodiaspóricas, com a nova edição do ‘Festival Salvador Jazz’. No dia 39, o palco do festival recebe show do grupo A Cor do Som, do pianista pernambucano Amaro Freitas e da banda baiana Skanibais. O festival promove noites de música ao vivo e identidade negra ao som de jazz.
A banda A Cor do Som leva ao palco os sucessos que marcaram a mistura do rock progressivo e do jazz na fusão com ritmos brasileiros.
Da periferia do Recife a ícone internacional do jazz , Amaro Freitas é um dos pianistas mais singulares da música brasileira contemporânea. Sua obra incorpora à linguagem do jazz sonoridades e referências a diversas manifestações da cultura popular brasileira, além de elementos rítmicos da música africana.
Os Skanibais são conhecidos pela fusão única do ska jamaicano com a música brasileira e nordestina, trazendo também influências das tradicionais Filarmônicas do Recôncavo. Uma orquestra afrolatina que não deixa ninguém parado. Pioneiros do ska na Bahia, os Skanibais chegam ao Festival Salvador Jazz para provar que o ritmo que nasceu na Jamaica tem muito a ver com a Bahia.
Em meio à introdução do Dia Internacional do Jazz (30) em escolas, comunidades e centros culturais, como ponte da produção afrodiaspórica na música, celebrar a data tornou o movimento mais próximo do diálogo entre culturas, segundo a ata da UNESCO com o Instituto Herbie Hancock de Jazz.
Contrabaixista, compositora e uma das musicistas mais premiadas de Minas Gerais. Já tocou com Alceu Valença, Mônica Salmaso e Toninho Horta, e gravou em mais de 20 álbuns.
Festival Salvador Jazz
No Brasil, a cena encontrou força com o ‘Festival Salvador Jazz’ – principal nome da temporada de jazz no país, que promete reunir em 2026 cerca de 15 mil pessoas nas ruas, ao longo de dois dias de apresentações.
Consolidado como um dos mais relevantes festivais regionais do Brasil, dedicado à celebração da música instrumental, jazz e as sonoridades contemporâneas, a grade do ‘Festival Salvador Jazz’, ao longo dos anos, recebeu nomes consagrados como a Orkestra Rumpilezz; a cabo-verdiana Mayra Andrade; Luedji Luna; Bixiga 70; Spok Frevo; Pradarrum; Marcos Suzano e Jonathan Ferr, entre outros, imersos no intercâmbio cultural e na formação de comunidades.
Realizado há 6 anos na capital baiana, o ‘Festival Salvador Jazz’ amplia o conceito do gênero e explora os diálogos com outras linguagens musicais, como o R&B, soul, afrobeat, MPB e ritmos africanos. Promovendo a experiência sonora conectada com as raízes afro-brasileiras, a curadoria assinada pela produtora cultural Fernanda Bezerra e pelo pesquisador, historiador e músico, Fabrício Mota, traz a essência da identidade musical da Bahia para o palco. Diante do estado mais negro do país, a grade do festival, em Salvador, é ocupada 70% por artistas negros, além de 50% assinada pelo público feminino neste ano.
Caminhando para a sua sétima edição, o evento em 2026 prevê mais de 15 mil pessoas reunidas em torno do Largo da Mariquita, no Rio Vermelho, conectando-se com um dos principais polos do gênero musical, o Chicago Jazz Festival – que vai tomar conta da outra extremidade das Américas.
O Festival Salvador Jazz – 7ª edição é apresentado pelo Ministério da Cultura e pelo Banco do Nordeste, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), com produção da Maré Produções Culturais e realização do Ministério da Cultura e do Governo Federal – Do Lado do Povo Brasileiro. Onde tem patrocínio do Banco do Nordeste, tem Governo do Brasil.
Serviço:
O que é? Festival Salvador Jazz — Edição VII
Dia 30 de maio, a partir das 18h
Largo da Mariquita, Rio Vermelho
Entrada gratuita
Classificação: livre.






