
Festival Internacional de Artistas de Rua – Eneida Marta, Grupo Barlavento, Samba de Dois, Tomás Gleiser e Marco Lobo
O Festival de Rua chega a Salvador, cidade que concentra parte fundamental da história cultural brasileira e onde a arte de rua dialoga diretamente com o cotidiano urbano, a diversidade e a ocupação criativa dos espaços públicos.
Entre os dias 13 e 15 de março de 2026, a Fábrica Cultural, no Mercado IAÔ – Ribeira, recebe artistas do Brasil e do mundo em apresentações gratuitas, abertas ao público e voltadas ao encontro direto entre criação artística e comunidade.
Criado em 2002, com raízes no antigo Aeroclube Plaza Show, o festival preserva sua essência: democratizar o acesso à cultura e promover o encontro genuíno entre artista e plateia. Nesta edição, 20 atrações vindas da Argentina, Chile, Colômbia, Guiné-Bissau,EUAe Brasil (representado por PE, SC, RS, MG, SP, RJ e Bahia) se reúnem para uma maratona de música, teatro, circo, dança, performance e artes visuais, acompanhada por um abrangente eixo de oficinas formativas voltado para a comunidade local.
Na parte musical, a programação em Salvador tem como atrações a cantora Eneida Marta(Guiné Bissau), Grupo Barlavento, Samba de Dois, Tomás Gleiser e Marco Lobo Solo e com o Quinteto.
Eneida Marta (Guiné Bissau) –Estrela da África Ocidental, em um show que conecta a tradição africana a sonoridades contemporâneas. A artista, quem canta pela primeira vez na Bahia, será acompanhada pelo músico, compositor, arranjador e diretor musical Luciano Bahia e o percussionista Menino Henrique.
Grupo Barlavento –Patrimônio do festival, presente em todas as 19 edições. Especialistas em Samba de Raiz, Davizinho de Mutá e Hamilton Reis transformam a praça em uma roda vibrante que já ecoou até em palcos europeus.
Samba de Dois –Luciano Salvador Bahia e Mazzo Guimarães celebram a cronologia do samba. Um encontro de dois intérpretes refinados que revisitam clássicos e pérolas da nossa identidade musical.
Tomás Gleiser– Um dos raros músicos a dominar a técnica das taças de vidro. Com 27 taças elétricas e pedais de efeitos, Gleiser cria uma ponte hipnotizante entre o jazz, o choro e o erudito, transformando o som do cristal em uma experiência contemporânea de rua.
Marco Lobo Solo –Uma imersão sensorial onde o artista utiliza mais de 20 instrumentos (incluindo berimbau de PVC e recicláveis) para evocar os quatro elementos da natureza em paisagens sonoras únicas.
O encerramento ganha um reforço de gala no domingo: o mestre da percussão Marco Lobo sobe ao palco acompanhado por seu Quinteto. Em uma apresentação que transita entre o jazz, o maracatu e o samba, o músico soteropolitano sintetiza a proposta de experimentação sonora e ocupação de espaços criativos que o festival propõe, fechando com chave de ouro a 19ª edição.
Na capital, o público também poderá vivenciar o eixo formativo do evento com atividades imersivas e exclusivas. A programação inclui a vivência de Grafismo Indígena com Gleice Ferreira, a Oficina de Reciclagem Criativa da Cooperativa CAMAPET, o circuito de experimentação Circo para Todos, coordenado por Alexis Ayala.
13 a 15 de março de 2026
Sexta e sábado: 19h às 22h
Domingo: 17h às 21h
Local: Fábrica Cultural – Mercado IAÔ (final de linha da Ribeira)
Aberto ao público






