Afrocidade terá dois dias em trio e outros três shows no Carnaval de Salvador

Com uma sonoridade singular e um dos melhores shows da cena contemporânea da Bahia, a banda Afrocidade está confirmada no carnaval de Salvador em 2024, com cinco apresentações ao longo da festa. A novidade este ano é a saída do vocalista MCDO, que abre espaço para Fernanda Maia, Deivite, Eric e Marley assumirem as vozes.

A primeira das apresentações no carnaval de Salvador acontece já na quinta-feira, dia 08/02, com o trio Pranchão no Circuito Osmar, saindo do Campo Grande em direção à Praça Castro Alves, às 19 horas. O grupo também puxa um trio elétrico na terça-feira, dia 13/02, dessa vez no Circuito Dodô, saindo da Barra em direção à Ondina.

Os outros shows do Afrocidade acontecem em palcos espalhados por bairros da cidade, além de uma apresentação no dia 12/02, no Carnaval de Teresina, no Piauí. 

Dia 09/02, sexta-feira de carnaval, o grupo se apresenta no Palco Multicultural, na Praça Municipal, às 17 horas. Já no dia 10/02, sábado, tocam no Palco da Praça Castro Alves, às 1h30, madrugada de sábado pra domingo; e, finalmente dia 11/02, domingo, no Palco Multicultural, na Praça Municipal, às 17 horas, recebendo Marina Sena como convidada especial. 

Consolidação no Carnaval

Há quatro anos, o Afrocidade fazia uma estreia marcante puxando um trio elétrico no carnaval de Salvador, a bordo do trio elétrico Navio Pirata, o mesmo utilizado pelo BaianaSystem. Convidada pelo festival Afropunk, a banda fez uma ótima apresentação e recebeu, entre outros convidados, ninguém menos do que Mano Brown, também saindo pela primeira vez na avenida (lembre como foi).

De lá pra cá, lançou seu primeiro álbum cheio, ‘Vivão’, e ganhou ainda mais espaço na cena musical, circulando ao redor do país. Com um repertório atualizado junto a clássicos certeiros, o Afrocidade tem sido um dos nomes mais presentes na retomada dos eventos desde o fim de 2021, e a conexão com o público, que sempre foi essencial para os seus shows, parece ainda mais forte. A sonoridade do grupo mistura letras politizadas, com ritmos ancestrais, populares, baianos, africanos e jamaicanos.

Pelo seu trabalho recente, tanto no estúdio quanto sobre os palcos, a banda tem tudo para se consolidar como grande nome do carnaval, repetindo o sucesso dos últimos carnavais. Certamente é um dos nomes para ficar de olho na hora de se programar para a folia. 

Confira a agenda do Afrocidade no Carnaval 2024:

08.fev – Quinta-feira – 19h

Trio Pranchão (pipoca)
Circuito Osmar – Campo Grande – Praça Castro Alves 

09.fev – Sexta-feira – 17h
Palco Multicultural – Praça Municipal 

10.fev – Sábado – 1h30 (madrugada de sábado pra domingo)
Palco Salvador Capital Afro – Praça Castro Alves

11.fev – Domingo – 17h
convidada Marina Sena
Palco Multicultural – Praça Municipal

12.fev – Segunda-feira
Teresina – Piauí

13.fev – Terça-feira
Trio (Pipoca)
Circuito Dodô – Barra-Ondina

  1. Desculpas, mas povão não sabe nem que essa banda existe. É forçar demais dizer hoje que vai ser um grande nome do carnaval quando o público da banda é composto unicamente pela classe média alternativa soteropolitana majoritariamente branca que tende a achar que o que surge nessa bolha é representativo de um todo maior. Vi passar na ondina ano passado e tava vazio que só e só gente desse grupelho atrás, me senti mais em santa cecília. Qualquer cantor que toca em paredão na favela, na Salvador real, não coisas dessa cena que vcs querem emplacar ano após ano como algo relevante, puxa mais gente do que essa banda e nem to falando de um kannário da vida… O engraçado é que essa banda tem forte raiz na musicalidade do pagodão, mas o público dela e desse site quando ouvem pagodão real ou torcem o nariz ou acham engraçadinho, naquele paternalismo regina cazéistico e depois seguem em busca da próxima banda pra dizer que é popular e de qualidade pq tem letras engajadas, mas no mundo real da cidade é apenas um “quem??”. Ou só consomem em espaços mediados e formatados pra esse publico, como essa banda e atoxa.

    E assim anda a crítica cultural soteropolitana, com páginas como essa que vive de delírios sobre essa cena alternativa elitizada e com forte senso de auto heroísmo. Olha lá galera alternativa de salvador, um carinha batendo uma baqueta numa placa de ferro com uma mixer atrás no velho espanha, corre pra ver a maior inovação artística da música de Salvador que vai ser um dos grandes nomes da cidade, já saiu no el kabongo!!

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